Setenta por cento dos brasileiros consomem feijão diariamente, atingindo um consumo médio por pessoa de dezessete (17) quilos por ano deste grão que é o símbolo da culinária brasileira. Atualmente o Brasil é o maior provedor do grão no mundo, contando com três safras anuais de feijões: “safras das águas”, “safra da seca” e “safra de inverno”. Presente em praticamente todos os Estados da Federação, a média anual total supera recorrentemente mais de três milhões de toneladas do grão.

 

Apesar de ser classificado pela população, em grande maioria, apenas nos grupos (ou tipos) “carioca” e “preto”, existem dezenas de variedades disponíveis para o consumidor. São feijões e mais feijões com características, cores e formatos diferentes. Recentemente, passaram a associar-se a cadeia do feijão os chamados “pulses” - também conhecidos como leguminosas secas. Grupo de doze (12) culturas que inclui além dos feijões, as ervilhas secas, grão de bico e lentilhas. Alimentos ricos em fibras, proteínas e vitaminas, fornecem aminoácidos e são culturas saudáveis. São cada vez mais reconhecidos como base de uma dieta saudável.

 

O papel das leguminosas é cada vez mais importante e estratégico para a segurança alimentar. Sendo o feijão a maior fonte de proteína e nutrientes depois da proteína animal, fundamental, portanto para um planeta cada vez mais populoso e funcional. Destacamos por ora apenas os benefícios econômicos e sociais, em especial dos pulses, mas devemos também considerar a importância destas culturas para a produtividade no campo, destacando a sustentabilidade do solo, a baixa demanda hídrica e o alto valor agregado que garantem mais renda para o agricultor brasileiro.

 

Assim como as demais cadeias do agronegócio brasileiro, a do feijão e dos pulses envolve diferentes atores-chave. São eles: produtores, cerealistas, empacotadores, importadores, exportadores e fornecedores de insumos, razão pela qual se organizam nesta entidade nacional chamada CONSELHO BRASILEIRO DO FEIJÃO E PULSES (CBFP) cujo objetivo é fortalecer a governança da cadeia produtiva, pensando na estruturação de uma Agenda de trabalho coletiva da Cadeia Produtiva que permita ampliar as discussões das questões conjunturais, bem como pensar no futuro, construir projetos visando enfrentar as questões estruturais pensando a competitividade e sustentabilidade.

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